(monólogo de Tanathos
a um corpo envenenado)
Deixa-me
entreter-te
Como um predator
para a sua presa.
Prender-te nos teus
pesadelos
Silenciar os teus
sussurros...
(Já vês a luz?)
Sentes a tua vida a
escapar
Pelas tuas mãos,
O sabor do vinho
Na tua boca...
Estou pronto para
Te sugar o
sangue...
Perde-te nesta dor
Entrega-te a mim.
Serás o meu
sacrifício,
Cordeiro envenenado...
Fala comigo outra
vez,
Pergunta-me como é.
‘o próprio Nirvana’,
digo.
Não há o que temer
Apenas o que irás
perder.
Desejas poder parar
Mas já não há
volta,
Nem misericórdia...
Apenas tu e eu!
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